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Notícias para quem quer Comprar TV de LCD
25/05/2011 - 11:25:00
23/05/2011 - 11:20:00
23/05/2011 - 10:32:37
O Airboard, abandonado pela empresa japonesa, tinha tela plana e podia se conectar a internet
TÓQUIO/NOVA YORK - Se a Sony tivesse persistido com o computador portátil Airboard, que lançou em 2000, Satoru Maeda, e não Steve Jobs, da Apple, talvez estivesse sendo celebrado como o criador do tablet.
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"Eu inventei o Airboard," disse Maeda entre garfadas de camarão frito e bolinhos em um restaurante chinês no centro de Tóquio.
Ele estava se referindo a um aparelho dotado de tela plana que precedeu o iPad por uma década e oferecia vídeos, tela de toque para digitação e acesso à internet.
O preço salgado e a qualidade de imagem precária foram dois dos motivos para que o produto, que em retrospecto parecia estar adiante de sua era, não tenha decolado com rapidez. Disputas políticas internas e uma série de reorganizações divisionais que causaram perturbações na companhia garantiram que ele jamais recebesse a atenção de que necessitava para conquistar o sucesso, segundo Maeda.
A transformação do Airboard em Location Free TV, um aparelho que permitia assistir canais de TV locais em qualquer lugar, não bastou para convencer a Sony ou o mercado de que a ideia funcionaria. O projeto, que chegou a ser alardeado como tão revolucionário quanto o Walkman, foi inteiramente abandonado em 2008.
Maeda disse saber um ano antes que a Sony, sob o comando de Howard Stringer, que se tornou presidente-executivo em 2005, abandonaria sua invenção, depois de receber um e-mail de seu chefe.
Pouco depois, Maeda deixou a empresa para a qual havia trabalhado desde 1979, quando a Sony lançou o Walkman e se tornou uma das empresas mais atraentes do mercado. Foi um período de glória que Stringer prometeu retomar, mas que Maeda, hoje executivo da fabricante de equipamentos audiovisuais Kenwood JVC, não acredita que volte.
"A velha guarda da Sony gostava do Airboard e do Location Free TV porque eram produtos novos, e era isso que a Sony fazia," disse Maeda. "O pessoal que comanda a Sony atualmente não tem experiência com essas coisas, porque não introduzem produtos novos há cerca de dez anos."
Assim, Maeda e outros ex-funcionários da Sony insistem que sua antiga empregadora enfrenta sérias dificuldades e que Stringer, 69, não tem mais muito tempo para cumprir sua promessa de reinventar a empresa.
É certo que Stringer pode alardear seu papel no desenvolvimento dos filmes 3D e a vitória do padrão Blu-ray, promovido pela Sony, na guerra dos formatos de vídeo de nova geração. Mas a companhia continua defasada em relação ao restante do setor da tecnologia, e seu talento para desenvolver inovações que atraiam o público praticamente se evaporou.
Um escândalo causado por ataques de hackers em abril expôs mais de 100 milhões de contas da rede online de videogames da empresa a possível roubo de dados e, não só prejudicou sua imagem, como representa ameaça para a estratégia online que tem por objetivo unificar uma corporação diversificada. Os problemas podem prejudicar o plano de sucessão cuidadosamente preparado para quando Stringer se aposentar.
E não são apenas antigos executivos do grupo que veem a magnitude de seus problemas.
Uma sucessão de importantes executivos de empresas norte-americanas de tecnologia, falando no Reuters Global Technology Summit, uma semana atrás, não mediram palavras quando questionados sobre a Sony. Robert Glaser, presidente do conselho da RealNetworks, companhia de software de mídia para a Internet, comparou a tarefa de Stringer na reabilitação da Sony a "introduzir o capitalismo no bloco soviético depois de 50 anos de comunismo."
A erosão da posição da Sony serve como alerta do que pode acontecer a empresas de tecnologia que perdem seus líderes inovadores. Quando a Sony, comandada por seu co-fundador Akio Morita, lançou o Walkman, a empresa serviu de inspiração aos fundadores da Apple Computers, uma empresa minúscula que acabava de ser criada nos Estados Unidos.
"A Sony tinha os produtos mais incrivelmente bem planejados do mundo. Queríamos ser como eles desde o primeiro dia," disse Steve Wozniak, co-fundador da Apple, em entrevista recente à Reuters. Na época, "nenhuma outra empresa no mundo podia servir de modelo para os bens eletrônicos de consumo."
A Sony continuou a servir como referência ao longo dos anos 80, quando Morita transferiu o comando criativo ao excêntrico Norio Ohga, que havia estudado para ser cantor de ópera e chamou a atenção do fundador ao escrever para a empresa se queixando da qualidade de suas fitas cassete.
Mas esses sucessos resultaram em complacência. "Se você tivesse a marca Sony na camisa, tudo estava bem e, por isso, eles pararam de pensar," disse Maeda.
Em 1989, a expansão da economia japonesa começou a enfrentar obstáculos e a Sony cometeu seu primeiro grande erro, ao adquirir o estúdio cinematográfico norte-americano Columbia Pictures, junto à Coca-Cola, por 3,9 bilhões de dólares.
Cinco anos mais tarde, Ohga transferiu o comando a Nobuyuki Idei, e a Sony teve de registrar prejuízo de 2,7 bilhões de dólares com a aquisição, depois de uma série de fracassos de bilheteria.
Em 2000, antes do lançamento do iPod, o valor de mercado da Sony era sete vezes maior que o da Apple. Hoje, sua capitalização equivale a apenas 9 por cento à da empresa norte-americana, e os preços de suas ações pouco mudaram desde 1995.
Discutindo o futuro da empresa no jantar em Tóquio, Maeda, o criador do Airboard, demonstra pessimismo. "Não creio que a Sony possa mudar," afirmou. A menos, acrescentou, "que encontre um líder como Steve Jobs."
22/05/2011 - 11:16:00
20/05/2011 - 17:18:00
Movimentos e olhos do robô impressionam pela qualidade
Por Kao ‘Cyber’ Tokio
A tecnologia Kinect lançada pela Microsoft para seu console de games XBox 360 tem mostrado largo campo de ação para pesquisas e criações dos gadgets mais estranhos, a partir de hacks do sistema original.
Desta vez, a empresa britânica Engeneered Arts apresentou um projeto que une o sistema de leitura gestual do console de games à robótica, criando o simpático RoboThespian, máquina humanóide disponível para eventos e atividades da cultura nerd.
A graça da criatura está no modelo do robô, que se assemelha imensamente ao personagem C3PO, da saga Star Wars, nos filmes mais recentes da série, onde aparece sem a carcaça, apenas com engrenagens e fiação aparentes.
Mas, além de ser capaz de dar as boas vindas e interagir com o público, o robô tem movimentação suave e fluída, que reproduz os movimentos do operador, por meio da técnica de captura de movimentos em tempo real, proporcionada pelo sistema Kinect.
“O RoboThespian pode ser controlado remotamente através do modelo 3D no computador, ou ele pode ser pré-programado com um conjunto de movimentos e da fala”, observa nota do site Dvice, que também atenta para a expressividade do olhar do robô, apresentada de forma realmente impressionante, utilizando telas de LCD, que dão um charme especial ao autômato.
“Se o RoboThespian lhe parece um pouco familiar, é porque ele vem sendo desenvolvido desde 2005, mas recentemente ganhou um upgrade avançado com o Kinect, para o seu aparecimento na CeBIT”, comenta o texto veiculado no site Engadget em março passado, por ocasião da feira internacional de produtos eletrônicos, sem citar a gritante semelhança com o robô diplomata de Star Wars.
Um vídeo disponível na internet mostra a performance do anfitrião mecânico e a precisão do controle de interfaces gestuais do Kinect.
De acordo com o site da PC World, a NASA possui um dos vinte modelos existentes. O robô, no entanto, não integrou a tripulação do Endeavour.
20/05/2011 - 14:39:00
Já é possível trocar o seu antigo iOS por créditos na loja
Por Bianca Hayashi, da MAC+
A Amazon adicionou dispositivos eletrônicos (incluindo os da Apple) ao seu programa de trocas. O Eletronics Trade-In atualmente está na fase beta (em testes), e permite que os usuário envie o seu antigo aparelho ou um que não usa mais e troque por créditos na loja.
Os produtos enviados precisam estar funcionando e com boa aparência. Afinal, uma outra empresa ou usuário (e não a Amazon) irá comprar os dispositivos usados. Os preços são bem generosos, segundo informa Michael Grothaus, do TUAW. Ele vendeu um iPhone original no Craiglist e mal conseguiu US$ 75 por ele. No programa da Amazon, o mesmo iPhone vale pelo menos US$ 69.
Também é possível encontrar iPods classic por US$ 114, iPads de primeira geração 16 GB Wi-Fi por US$ 235 e iPhones 3GS de 8 GB valendo US$ 162. Uma boa forma de passar os aparelhos mais antigos para frente ao invés de tê-los como peso de papel.
20/05/2011 - 13:07:00
Um gadget só pra assistir TV, por R$ 206
Por Stella Dauer
Com acabamento caprichado essa TVzinha é tão pequena e fina que cabe até no bolso da camisa ou da calça (mas cuidado para não sentar nela). São apenas 93 gramas e 1,1 centímetros de espessura. Pena que, como a antena tem que ficar totalmente puxada para recepção, ela pode acabar ficando um pouco incômoda.
| Divulgação |
![]() |
| TV portátil da AOC pesa 93 gramas |
Essa TV é totalmente simples. Ela não possui entrada para cartão, não tem conexão USB e não faz nada além de transmitir a TV digital aberta. Então esqueça vídeos pessoais, música, leitura de livros ou GPS. Ela também não traz ajustes de imagem como cor e brilho. Seu som externo é fraco, mas a caixa traz fones que funcionam bem.
O botão M permite escolher entre três formatos de tela: 4:3, 16:9 e zoom, que deixa tela cheia independente do formato. Essa mesma tecla nos leva ao menu dela, onde podemos ajustar controles parentais, legendas, áudio e configurações do aparelho.
TV digital aberta
Ela também exibe a grade de programação fornecida pelas emissoras e procura os canais disponíveis para TV Digital. Em nossos testes encontramos 12 canais no total. Você pode se desapontar um pouco com o baixo número de canais, mas isso significa que são apenas esses os que já possuem sinal digital aberto e gratuito.
Não é possível ver TV por assinatura nela e é bom lembrar que ela funciona com a recepção do tipo 1seg (famosa em celulares) e isso significa que você não terá nela a mesma qualidade que tem em sua TV LED HD na sala.
Prós:
• Pequena;
• Fácil de mexer;
• Bom sinal em ambientes abertos.
Contras:
• Só tem TV;
• Não há espaço para cartão de memória;
• Antena atrapalha.
20/05/2011 - 12:00:00
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