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Notícias para quem quer Comprar TV de LCD

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25/11/2009 - 17:16:08

Bibliotecários do British Library serão substituídos por robôs

LONDRES, 24 de novembro (Reuters Life!) - A Biblioteca Nacional do Reino Unido irá remanejar parte de seu acervo em um novo prédio, onde a responsabilidade pelo armazenamento e coleta de sete milhões de itens passará de um bibliotecário a uma grua robotizada.

Reportagem de Matt Cowan

O centro climatizado de 30 milhões de libras na cidade de Boston Spa, no norte da Inglaterra, irá abrigar o equivalente a 262 quilômetros de estantes, em um tipo de armazenamento de alta-densidade que normalmente é usado mais por varejistas do que por livrarias.

O diretor de finanças e serviços corporativos da biblioteca, Steve Morris, afirmou que os livros serão armazenados em contêineres, que serão empilhados seguindo um algoritmo que calcula a demanda por certos títulos.

"As gruas, na verdade, são a única parte da organização agora que saberão onde está o material", disse Morris em entrevista à Reuters TV.

"Ao longo do tempo, com o material sendo acessado, o sistema irá lembrar quais livros são mais pesquisados e irá guardar esses livros na frente no prédio, para que sejam acessados mais facilmente".

Já livros que são raramente procurados eventualmente ficarão no fundo do prédio.

A nova tecnologia significa que apenas oito pessoas serão necessárias para acessar o acervo que será mantido no centro.

"Antigamente, andávamos pelos andares e buscávamos os livros nós mesmos, mas com isso, quando estiver tudo lá, tudo o que precisamos fazer é apertar um botão e ele vem até nós", disse a bibliotecária Alison Stephenson.

Stephenson e seus colegas estão checando os livros que chegam de Londres antes de serem colocados nos contêineres e levados para dentro do prédio pelos robôs.

"Se você colocar um livro na caixa errada nesse prédio, então, com efeito, você nunca mais irá encontrá-lo", disse Morris.
A construção do centro deve ser concluída até meados de 2011, complementando sua sede no bairro de St. Pacras, em Londres, onde os livros estarão disponíveis 48 horas após serem solicitados de Boston Spa.

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25/11/2009 - 12:51:08

Adulto não entra: redes sociais infantis

As redes tradicionais não são recomendadas para os pequenos. Conheça algumas redes aprovadas para a molecada.

Por Rodrigo Martin de Macedo

Orkut, Facebook, MySpace, Twitter, Last.fm… A internet está infestada de redes sociais, que facilitam a comunicação, a manutenção e criação de novos contatos e animam a vida de quem passa mais tempo olhando o monitor que se dedicando à vida social real.

Todavia, estas redes excluem um público também crescente na rede: as crianças. Existem muitos motivos para se preocupar se seus filhos estão prestes a entrar em alguma destas redes, que se restringem ao público maior de 13 anos. As informações em circulação por estes espaços não costumam passar por qualquer tipo de filtro além do bom senso de cada usuário. Para piorar a situação, a pedofilia é um problema em evidência em diversos ambientes online.

Uma pesquisa pela organização britânica Ofcom, publicada e m abril de 2008, mostrou que um terço dos internautas entre 8 e 11 anos de idade estão registrados em pelo menos uma rede social. Para piorar a situação, 40% deles deixa dados visíveis na rede, o que significa uma brecha de segurança e privacidade.

O que fazer então para não deixar estas crianças de fora? Atendendo a este público tão diferente outras redes sociais seguras foram criadas. Conheça aqui algumas delas e fique tranquilo!

WebKinz

Desconhecida entre o público brasileiro, a rede da fabricante de bichinhos de pelúcia Kinz dá seus primeiros passos por aqui também. A companhia está expandindo suas operações com representantes no país e, também, com a tradução de sua rede social.

Ao ganhar um bichinho, a criança recebe um código que permite a criação de um animalzinho virtual. Este animalzinho precisa ser bem cuidado, ter sua casinha arrumada, fazer exercícios e ser treinado. Ainda há jogos online para ganhar moedinhas virtuais que podem ser investidas em itens.

Em determinados horários, acontecem competições culinárias e de beleza. O que surpreende em WebKinz é o empenho em fazer uma rede completa, reproduzindo um mundo real. Aulas, academia e até programinhas em uma televisão virtual estão lá.

Os bichinhos começarão a ser vendidos em lojas de brinquedos e online até o fim do ano, segundo os res ponsáveis pela Butterfly, representante do WebKinz por aqui. Mas, para quem quiser testar a rede social antes de comprar, o serviço oferecerá uma conta de teste que permitirá acesso a 25% das áreas e funções do game.

Até o fechamento desta matéria, muito do conteúdo permanecia não traduzido, mas os responsáveis pela rede continuam a atualizar com novas traduções, e outra remessa de traduções deve estar pronta até o fim do ano.

Prós: mundo rico, muitas possibilidades de interação e atividades
Contras: parte do conteúdo ainda não foi traduzido

ToonTown

Mantido pelo provedor Terra, o ToonTown é um ambiente virtual criado pela Disney e que se assemelha muito a um jogo. Ao se cadastrar, o jogador é transportado para uma cidadela virtual, onde poderá fazer amizades, passear e se divertir em joguinhos, bem como se juntar para derrotar os temíveis robôs “cogs”.

Ao se conectar, a criança passeia por um cenário virtual em que precisa coletar risadas e realizar tarefas para ganhar balinhas e ficar feliz. São vários joguinhos feitos individualmente, em equipe ou de forma competitiva, todos bem bacanas para os menores.

É possível adicionar outros jogadores como amigos e bater papo (função reservada aos assinantes Premium). Todas as mensagens são filtradas por um dicionário automatizado que remove palavrões e termos impróprios, e os responsáveis pelo serviço garantem que todo o mundo de ToonTown é monitorado para garantir a segurança dos pais.

Na versão gratuita, os jogadores poderão criar um avatar (chamado de “toon”) e brincar na área central. Assinantes “Premium” podem ter até seis avatares, brincar em todas as áreas do jogo e conversar com os amigos que fizerem.

O jogo é aberto por meio de um módulo ActiveX que precisa ser instalado, e funciona em navegadores Internet Explorer a partir da versão 5. Por ser um jogo em tela cheia e com gráficos rebuscados, demora para ser carregado e em máquinas mais lentas pode travar.

Prós: extremamente visual, em português e com forte apelo para crianças
Contras: funciona apenas no Internet Explorer, demora para carregar e toma a tela inteira

Migux

O cenário do fundo do mar lembra o popular desenho da Nickelodeon, Bob Esponja, o que tem um bom apelo com os pequenos. Ao se registrar no Migux a criança fornece o email de contato de seu pai ou responsável, escolhe um avatar e já pode começar a participar das atividades.

Apesar de bonitinha, a rede exige uma intensa exploração por parte da criança. Além de navegar pelo curto mapa e conversar com os outros habitantes, ou seja, outras crianças registradas e online, o usuário recebe uma casinha, onde armazena itens comprados, e onde socializa com seus convidados.

O bate-papo é simples e funcional. Ao digitar algo, a fala é proferida em um balãozinho, e entre as atividades estão joguinhos para coletar conchinhas que podem ser trocadas por atividades como desenhos, por exemplo.

Todas as comunicações são gravadas juntas com o registro do endereço IP, que identifica o usuário e p ossibilita sua localização. Usuários que não respeitarem as regras de conduta do ambiente podem ter suas contas canceladas.

Não fica claro, mas existe uma opção gratuita de cadastro, pulando a animação introdutória. Todavia, sem assinatura a grande maioria dos itens para enfeitar a casinha não está disponível. Por ter poucas atividades comparadas a outras redes sociais infantis, vale mesmo por seus recursos de interação com outras crianças, que no fundo é o principal objetivo de uma rede social.

Prós: cenário apelativo para os menores, boa ferramenta de interação entre os usuários
Contras: é necessário explorar muito, em nossos testes a navegação não funcionou como esperado todas as vezes e existem poucas opções de atividades.

Club Penguin

Mais uma rede social gratuita da Disney, Club Penguin é ambientada em um mundo virtual em Flash em que os pinguins estão no comando. Divertida, a rede social permite criar um avatar pinguim que explorará cada um dos territórios.

Em cada cenário é possível ver representações visuais de outros jogadores conectados, bem como trocar mensagens e participar de joguinhos como dança e surfe. Os jogos podem ser realizados individualmente e, em alguns casos, em forma multiplayer, o que aumenta a interação entre jogadores.

As atividades rendem moedas, mas para utilizá-las é preciso ser assinante, o que custa aos pais a mensalidade de R$ 8,95, que pode ser paga por seis meses (no valor promocional de R$ 44,95) ou um ano (R$ 84,95). As moedas então permitirão comprar acessórios e itens como os Puffles, bichinhos de estimação dos pinguins.

Ao registrar uma criança, um email d e autorização chega à caixa de mensagens do responsável para que a ativação seja feita. Caberá ao responsável escolher também que tipo de bate-papo ela poderá realizar. Existe uma opção segura e uma opção muito segura, sendo que a segunda oferece uma lista pré-definida de mensagens que podem ser trocadas.

Prós: ambiente rico e divertido, com muitas áreas para explorar
Contras: mesmo bastante visual, demora um tempinho para descobrir funções e jogos

NeoPets

Um serviço gratuito, o NeoPets mescla rede social infantil e jogos online. Ao se cadastrar, a criança é convidada a criar uma criaturinha e batizá-la.

A criança precisará educar, alimentar e manter sua criaturinha feliz. Para educar, poderá comprar livros, que precisarão ser barganhados com pontos obtidos por meio da conclusão de tarefas.

As ferramentas sociais de NeoPets, como bate-papo e email entre amigos, estão bloqueadas para crianças. Para liberá-las, os pais precisarão preencher e assinar um formulário. Para proteger as crianças do mundo virtual de material impróprio, todas as comunicações do mundo virtual são monitoradas.

Usuários que enviarem material impróprio são advertidos em uma primeira infração e banidos em reincidência.
As funções pagas do jogo, que permitem a compra de itens especiais, só estão disponíveis para jogadores dos Estados Unidos e Canadá. Ainda assim, é possível se divertir bastante com as áreas abertas e os itens disponíveis gratuitamente.

Prós: em português, gratuito, com conteúdo diverso
Contras: mais foco em games, menos em comunidade. Difícil de navegar e compreender.

Stardoll

Uma versão mais moderna da velha brincadeira de vestir pecinhas de roupas em bonecos de papel, Stardoll é uma comunidade com temática de moda voltada principalmente às meninas.

Seu público principal é o de faixa etária entre 7 e 17 anos, sendo que para menores de treze anos o serviço traz um ambiente seguro, no qual a criança não poderá divulgar informações particulares ou se comunicar por meio do centro de mensagens ou fóruns.

Todas as mensagens postadas no site passam por um filtro que bloqueia palavras impróprias. Uma comunidade de moderadores, automáticos e humanos, examina cada recanto do serviço buscando infrações e os próprios membros da comunidade são incentivados a denunciar abusos.

Ao se registrar, a criança precisa inserir o email de um responsável, que autorizará ou não sua participação. Embora possua recursos interessantes de comunicação e interação com outros jogadores, este só pode ser usufruído caso os pais desativem a proteção para menores de 13 anos.

A base da comunidade é gratuita, e os jogadores receberão “stardollars” como presente da comunidade, para comprar roupinhas e decorações para o quarto. Para acelerar a compra da moedinha virtual, é possível comprar por meio de cartão de crédito internacional na proporção de 30 stardollars por US$ 1.

Prós: em português, com foco no público feminino.
Contras: funções de interação estão, por padrão, desativadas para menores.

Opinião de quem entende

Lisandra Maioli, responsável pela rede ToonTown, do Terra, acredita que é necessária uma mudança na educação das crianças. Para ela, a segurança dos pequenos internautas está baseada nos pilares educação, conversa e participação.

A especialista explica que está cada vez mais difícil monitorar as crianças e evitar que elas sejam expostas a informações impróprias para a idade. O que deve ser feito, porém, é instruí-las sobre os espaços que podem ou não acessar, alertá-las para os perigos e ensiná-las os cuidados necessários, como não fornecer qualquer tipo de informação pessoal.

A conversa garantirá que os pais entendam o tipo de conteúdo que a criança está acessando, informação que pode ser complementada também pela participação dos responsáveis nas redes virtuais em que seus filhos estão cadastrados.

Na hora de escolher uma rede, Lisandra recomenda observar se por trás dela existe uma empresa, portal, ou instituição de confiança, que possa responder em caso de problema. Ler as condições de uso e procurar links para realização de denúncias também ajuda na hora de descobrir espaços sérios.

Muitas redes possuem métodos automáticos ou manuais para a filtragem de conteúdo ou para descobrir a idade e identidade de quem está participando. Ainda assim, a profissional aconselha que os pais estabeleçam limites e acompanhem de perto o que as crianças têm feito, uma vez que estas restrições podem ser burladas.

Lisandra afirma que colocar os filhos ainda pequenos em redes “irrestritas”, como o Orkut ou Facebook, dificulta saber com quem e o que as crianças estão falando. Neste caso, o acompanhamento deve ser ainda mais profundo, com o cuidado de não divulgar qualquer informação pessoal ou que possa vir a facili tar a localização física. Um canal aberto de comunicação entre pais e filhos também é de vital importância, para que a criança possa conversar e contar sobre possíveis condutas não apropriadas.

A especialista indica ainda ler sites informativos, como o www.safernet.org.br e adquirir software de segurança, como o provido pelo Terra. Ou você pode ler este tutorial de como fazer este controle com a Proteção para a Família, uma ferramenta gratuita do pacote Windows Live.

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25/11/2009 - 12:21:38

EMI registra aumento de receitas este ano

O crescimento deveu-se, em sua maior parte, ao licenciamento de músicas para a TV e video games.

Por Luciana Alves

Após vários anos com perda de receita devido à concorrência com as músicas baixadas gratuitamente pela a internet, a EMI acaba apresentar um aumento de 7,4 % de seus ganhos no ano fiscal de 2009 em relação ao ano anterior.

Segundo o site Ars Technica, a maior parte do crescimento deve-se ao negócio de licenciamento de músicas para shows de TV e jogos como Rock Band, que se transformou numa possível alternativa para as gravadoras. Há ainda outras opções mais criativas, como o uso das letras das músicas em roupas, como vem sendo feito pela loja Sainsbury.

“Mesmo escovas de dente podem vir com música. Os consumidores que vêm abandonando gradualmente a música em formato físico estão experimentando este tipo de música de várias maneiras nova”, disse a EMI em seu relatório anual 2008.

Surpreendentemente, até a receita obtida com a música gravada teve crescimento, com um aumento de 4,6 % no período. Segundo a Billboard, o próximo ano fiscal da empresa, adquirida em 2007 pela Terra Firma, deverá ainda beneficiar-se da liberação dos CDs remasterizados dos Beatles e da versão do Rock Band da banda de Liverpool.

No entanto, a empresa ainda passa por problemas, já que precisa arcar com o pagamento e os juros de altos empréstimos feitos nos últimos anos. Além disso, não é possível inferir dos dados do relatório se o aumento de receita transformou-se em lucro. Fica então a dúvida se o crescimento foi um fenômeno passageiro ou não.

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24/11/2009 - 17:24:20

PixelQi faz outra demonstração de nova tecnologia em telas LCD

Mary Lou Jepsen, fundadora da PixelQi, postou no blog da empresa uma série de imagens comparando o desempenho de suas novas telas LCD “3Qi” com painéis LCD tradicionais em netbooks, sob condições variadas de iluminação.

Por Antonio Blanc

Mary Lou Jepsen, fundadora da PixelQi, postou no blog da empresa uma série de imagens comparando o desempenho de suas novas telas LCD “3Qi” com painéis LCD tradicionais em netbooks, sob condições variadas de iluminação. A julgar pelas imagens, a empresa está no caminho certo para cumprir uma promessa até agora considerada impossível: criar uma tela LCD com reflexo zero e cores vibrantes em ambientes internos, mas que se mantenha perfeitamente legível mesmo sob a luz direta do sol.

Na demonstração, três netbooks Dell Mini 10 foram equipados com três tecnologias de tela diferentes: Glossy (brilhante), Matte (anti-reflexo) e a nova tela da Pixel Qi. Enquanto a tela Glossy está praticamente ilegível por causa do reflexo de lâmpas fluorescentes no teto, o monitor da Pixel Qi perm anece nítido como uma folha de papel.

O segredo é um modo de operação duplo nas telas 3Qi: quando o backlight (luz que ilumina a tela) está ligado, elas se comportam como um monitor LCD colorido tradicional. Neste modo, podem ser usadas em ambientes internos. Já com o backlight desligado, elas transformam-se em monitores monocromáticos com legibilidade similar a uma tela de papel eletrônico, também conhecido como “e-Ink” ou “e-Paper”. É este modo que permite a legibilidade sob a luz do sol.

Com baixo consumo de energia e baixo custo, as telas da Pixel Qi são ideais para uso em aparelhos como netbooks, onde a bateria e a tela são justamente os componentes mais caros. Ainda não há previsão de data para a chegada dos primeiros aparelhos com telas da Pixel Qi ao mercado.

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23/11/2009 - 14:10:44

Google diz que PCs vão iniciar em sete segundos ou menos com Chrome OS

Empresa quer que computadores liguem tão rápido quanto uma TV. Sistema operacional será lançado no final de 2010 em netbooks.

22/11/2009 - 16:28:38

NEC desenvolve controle remoto sem baterias

Aparelho gera sua própria energia elétrica a cada vez que um botão é pressionado.

Por Antonio Blanc

Um dos dissabores da vida moderna é chegar em casa e descobrir que o controle remoto da TV ou DVD está sem pilhas, você não tem sobressalentes e a lojinha mais próxima já fechou. A empresa japonesa NEC pretende resolver este problema com um protótipo de controle remoto, desenvolvido em parceria com a Soundpower, que pode operar sem pilhas ou nenhum outro tipo de fonte de energia “convencional”.

Segundo o site Technabob, para alimentar o circuito, a NEC tira proveito do princípio piezoelétrico: alguns materiais (como quartzo) produzem uma corrente elétrica quando comprimidos. Basta aplicar uma camada destes materiais sob botões e “pronto”! A cada vez que o usuário ajusta o volume ou muda de canal, uma pequena corrente elétrica é produzida, convertida por uma fonte de alimentação integrada e usada para alimentar um circuito extremamente eficiente.

Mas por incrível que pareça, o conceito de um controle remoto sem pilhas ou baterias não é novidade. Na verdade, os primeiros controles remotos sem fios (da década de 50) não tinham uma fonte de energia, nem um componente eletrônico sequer. Modelos como o Zenith Space Command tinham em seu interior pequenos bastões de metal, com comprimento e diâmetro específicos. Quando o usuário apertava um botão, na verdade acionava um martelinho que acertava o bastão correspondente, gerando uma onda ultrasônica, detectada pela TV. Os controles atuais, que funcionam com ondas infra-vermelhas, só surgiram no início da década de 80.

O controle remoto sem baterias da NEC (por enquanto batizado como EZ-REM-001) ainda é um protótipo, e não tem data para chegar ao mercado.

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22/11/2009 - 16:16:29

Chineses lançam netbook de US$ 80

Máquina tem processador de 400 MHz e tela de 7 polegadas.

Por Antonio Blanc

Fabricante chinesa anuncia o que chamou de “o netbook mais barato do mundo”, custando apenas US$ 80. Apesar de não ser o primeiro a quebrar a barreira dos US$ 100, netbook da MenQ parece ser o único a realmente ser produzido em massa.

Há algum tempo atrás a fabricante chinesa SungWorld surpreendeu o mercado ao lançar um netbook com preço sugerido de apenas US$ 73, quebrando a mítica barreira dos US$ 100. Entretanto a máquina, com configuração que mais lembra um smartphone que um netbook, foi vista apenas em um mercado de eletrônicos na cidade de Shenzen (de onde vem boa parte dos gadgets “made in china”) e nada mais se ouviu sobre ela desde o “avistamento” inicial.

Agora outra fabricante chinesa, a MenQ, aparece com um “netbook mais barato do mundo”, desta vez com algo um pouco mais sólido. Segundo o site Liliputing o EasyPC E790 custa apenas US$ 80 e tem configuração um pouco superior à de seu misterioso concorrente ao título, com processador ARM de 400 MHz, 128 MB de RAM e 2 GB de espaço em disco, tudo isso acompanhado por um teclado minúsculo e uma tela LCD igualmente pequena, com 7 polegadas e resolução de 800 × 480 pixels (a mesma do primeiro ASUS EeePC, de 2 anos atrás).

O sistema operacional é o Windows CE 5.0 (o que acaba tornando a máquina ainda mais limitada), mas segundo um vídeo do site Techvideoblog será possível rodar o Android com uma atualização de firmware, que poderá estar disponível em dois ou três meses. Resta saber como será o desempenho, visto que mesmo smartphones Android como o Motorola CLIQ ou HTC Magic tem hardware mais capaz.

Junto com os smartphones (conhecidos por aqui como MP9, MP10 e afins) os netbooks parecem ser o mais novo carro-chefe dos fabricantes chineses. Misteriosamente estes portáteis baratinhos ainda não deram as caras aqui no Brasil, onde os MP9 podem ser encontrados em praticamente qualquer lojinha de esquina. Provavelmente é uma questão de tempo.

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20/11/2009 - 18:39:55

Serviço de TV ao vivo para iPhone pode chegar em breve

A Qualcomm pode estar preparando para breve o lançamento de um serviço de transmissão de TV para iPhones. A empresa ainda não divulgou detalhes sobre o projeto, mas nesta sexta feira o site Engadget publicou algumas imagens de um teste realizado onde um aparelho externo ao smartphone recebe a transmissão da imagem via Wi Fi.

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